Grant Wood está ligado à América profunda, a que o viu nascer. A sua temática é rural, mas mostrada através de uma opção estético-artística que vai buscar claras influências aos clássicos, especialmente aos grandes mestres flamengos, fruto de uma viagem pela Europa. Nos seus quadros, podemos ver enormes paisagens de campos de cultivo ou smalltowns rurais e antiquadas, além de retratos de gente ligada à agricultura. Quem já viu o encantador "Uma História Simples", de David Lynch, saberá do que estou a falar... Por vezes, parece que Wood queria preservar a identidade rural perante a inevitável invasão mecânica; noutras, dava a impressão de acreditar que a ponte entre essas dois mundos era, ainda, possível. Um dos seus quadros mais famosos, “Stone City, Iowa”, reproduz esta ideia na perfeição. Mas, o mais famoso, sem qualquer dúvida, é “American Gothic”, um quadro mil vezes glosado… Aí, um casal de agricultores personifica a “pureza” das gentes, a rectidão do seu estilo de vida e dos seus valores. Um apelo às origens como local onde se poderá encontrar a felicidade na vida. Aliás, se bem repararmos, os personagens quase fazem lembrar os “pioneers” que desembarcaram do Mayflower, em Plymouth Rock, ou os amish, que renegam todo o tipo de "civilização"...
Este blog foi criado pelas alunas do Curso de Extensão Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade- EAD-UFRGS. Os componentes são Joanesilda Stuker de Vargas, Mara Christiane Gonzatto Schmitt, Rosângela Schroer Becker, Nara Christina Gonzatto de Oliveira, Aline Costa. Pólo Três de Maio- RS.
Educação
“A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem."Paulo Freire
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Grant Wood está ligado à América profunda, a que o viu nascer. A sua temática é rural, mas mostrada através de uma opção estético-artística que vai buscar claras influências aos clássicos, especialmente aos grandes mestres flamengos, fruto de uma viagem pela Europa. Nos seus quadros, podemos ver enormes paisagens de campos de cultivo ou smalltowns rurais e antiquadas, além de retratos de gente ligada à agricultura. Quem já viu o encantador "Uma História Simples", de David Lynch, saberá do que estou a falar... Por vezes, parece que Wood queria preservar a identidade rural perante a inevitável invasão mecânica; noutras, dava a impressão de acreditar que a ponte entre essas dois mundos era, ainda, possível. Um dos seus quadros mais famosos, “Stone City, Iowa”, reproduz esta ideia na perfeição. Mas, o mais famoso, sem qualquer dúvida, é “American Gothic”, um quadro mil vezes glosado… Aí, um casal de agricultores personifica a “pureza” das gentes, a rectidão do seu estilo de vida e dos seus valores. Um apelo às origens como local onde se poderá encontrar a felicidade na vida. Aliás, se bem repararmos, os personagens quase fazem lembrar os “pioneers” que desembarcaram do Mayflower, em Plymouth Rock, ou os amish, que renegam todo o tipo de "civilização"...

Cá estou eu, a ver-te tão bela
Pergunto-me qual seria a realidade
De poder te olhar
Sem ao menos fugir dos teus preceitos
Tão bela quanto o sol do amanhecer
Tão bela quanto o dia que amanhece
Não sei se posso dizer
Mas estar ao teu lado
É como estar ao lado de uma flor
Que distante está
E que não posso ao menos ver
Não estou aqui para julgar
Apenas para amar
Apenas para sonhar
Quem dera eu, estar ao seu lado
Neste imenso vazio, neste imenso lugar
Que algo vem a contar
Será sonho? Será realidade?
Só mesmo o amor
Do sol que brilha com ardor
É que vai dizer
Se seu amor
Vem a mim com fervor.
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Poesia em grupo!
O quadro pintado em 1933 “ Os Operários”, é um verdadeiro painel da nossa gente, a mesma que veio dos quatro cantos do país e do mundo para pegar pesado nas fábricas, que na época começavam a transformar a paisagem brasileira.

AS CRIANÇAS OPERÁRIAS
Crianças que trabalham não conhecem o que é brincar.
Nem imaginam o que seja estrutura familiar.
Mãos pequenas, calejadas, na olaria, na obra, no canavial ou sisal.
Mãos que deveriam estudar, brincar ou apenas voar.
A exploração de seu futuro vem em casa de família,
Sendo escrava do trabalho, a criança na faxina.
Pergunto-me onde se esconde este tal do seu futuro
Nos sonhos das brincadeiras ou na realidade da terna idade.
Nas ruas e estradas o trabalho mais sujo,
Seu corpo usado sem protestos ou punição.
Um “trabalho” com conivência de seu “Patrão”.
O patrão é a família que força a labuta por pão.
Deixando a boneca e bola de lado para sustentar os irmãos.
Vergonha da sociedade
Crianças trabalhando.
Operários da violência, das drogas e omissão.
Esmolando, se prostituindo, embrutecendo com a fome.
Fome de carinho e atenção de falta de vida e ilusão.
Lar não sabe o que é.
Estudar não é para ti.
A justiça é injusta quando apenas lhe sorri.
Com mordas bem querer, altruísmo lhe diz:
“Toda criança tem direito...”
Trabalho em grupo Mediadores da Leitura
domingo, 22 de maio de 2011
Diferentes significados e sentidos das palavras.
Se você quiser um dia de bom humor, e uma sessão de risos é só conversar com minha prima Viviane. A companhia dela é garantia de humor de boa qualidade. Um dia em uma conversa ela contou:* Minha amiga Márcia me contou a seguinte história- Tenho um amigo mineiro que é policial em Palmas no Tocantins, um dia ele recebeu um telefonema que dizia: - Diz ao Souza que a mulher dele descansou. Fiquei apavorado, como ia dizer ao coitado que a mulher dele havia morrido. Quando o Souza chegou, preparei o seu espírito, conversei até chegar o momento de dizer: - Souza... Amigo... Tenho que te informar, sua mulher descansou. Entrei em pânico, o cara começou a gritar: - Viva, aleluia, graças aos céus, até que em fim. Fiquei indignado - Que é isso amigo... Então o Souza perguntou: – Responde amigo, disseram pra você se é menino ou menina? Esclarecimento: Tocantins= descansou é... ganhou nenê. *Aconteceu comigo. Perguntei onde ficava o posto de saúde em Palmas, me responderam assim: - Segue essa rua da escola, quando chegar no queijinho vira a direita, logo a seguir tem o posto. Sai procurando a tal da loja de queijos, pergunta se achei? Pedi pra uma amiga onde ficava o posto, que procurei e não achei. Ela respondeu que era logo ali, fácil de achar. Então fiz a pergunta: - Onde fica a loja que vende queijo? –Do que você tá falando? –Do queijinho que me falaram. Minha amiga só ria e me explicou – Queijo aqui é = rótula. Queijinho = rótula pequena.*Outra História: Entra o Pedrinho, filho da minha vizinha, correndo e fala: - Mãe tem um caranguejo dentro do armário. Fiquei muito curiosa, o que um caranguejo tá fazendo no armário e como ele foi parar lá? Quando a mulher respondeu, eu já não estava dentro da casa, estava no outro lado da rua. Tenho aracnofobia, e lá, caranguejo é caranguejeira. Já eras...
sábado, 21 de maio de 2011
A VIDENTE
Rita atendeu ao celular, era Camilo, precisava disfarçar, pois Vilela poderia desconfiar de alguma coisa.
de Caúna, quer me arrumar uma namorada!
__ Essa situação está me deixando fora da casinha! Não suporto mais me esconder!